Ilustração: um rack de servidor com luz de alerta acesa num canto escuro e, ao lado, uma plataforma iluminada ligada a um caminhão, uma van e um carro.

Para quem tem empresa de rastreamento

Como montar uma plataforma de rastreamento veicular: servidor próprio ou plataforma pronta?

Por Equipe técnica SmartGPSPublicado em 10 min de leitura

Resposta curta

Para montar uma plataforma de rastreamento veicular, a empresa de rastreamento tem dois caminhos: instalar um software de rastreamento, muitas vezes de código aberto, num servidor próprio e cuidar dele com a própria equipe, ou usar uma plataforma pronta, que já recebe os rastreadores e entrega mapa, alertas, relatórios e apps. O servidor próprio vale a pena quando a empresa tem equipe de desenvolvimento só para ele e uma necessidade que a plataforma pronta não atende; nos outros casos, a plataforma pronta tira da sua equipe a hospedagem, as atualizações, os protocolos novos, os apps e a resposta à queda de madrugada.

Esta página é para o dono técnico de empresa de rastreamento que mantém servidor próprio ou pensa em montar um. A SmartGPS é uma plataforma pronta: monitorada 24 horas, com backup todo dia e atualizada toda semana. Abaixo estão o que é preciso montar, quem cuida de cada tarefa nos dois caminhos e como sair do servidor próprio sem parar a base.

Neste guia8 seções

O que é preciso para montar uma plataforma de rastreamento veicular?

Uma plataforma de rastreamento veicular tem seis partes. No servidor próprio, a sua empresa monta e mantém todas elas:

  1. Servidor com endereço público(IP ou domínio) e as portas abertas, para onde os rastreadores enviam os dados.
  2. Software que lê os protocolos.Os rastreadores falam protocolos diferentes, como GT06, JT808 e o da Teltonika, e o software precisa ler o de cada modelo da sua base.
  3. Banco de dadosdas posições e do histórico de trajetos, que cresce todo dia junto com a base.
  4. Painel da centralcom mapa, alertas, relatórios, comandos e cercas.
  5. Appspara o seu cliente, o motorista e o técnico.
  6. Operação contínua: monitoramento, backup, atualização e alguém de plantão para a queda.

O rastreador com chip M2M é o mesmo nos dois caminhos. O que muda é o servidor para onde ele envia os dados: no servidor próprio, é a máquina da sua empresa; na plataforma pronta, é o servidor da plataforma, onde as seis partes já estão montadas e rodando.

O que cada parte precisa ter, do mapa aos apps, está em sistema para empresa de rastreamento.

O que dá trabalho num servidor próprio de rastreamento, além de instalar?

Num servidor próprio de rastreamento, instalar o software é só o começo. Estas são as tarefas que continuam depois, e quem cuida de cada uma no servidor próprio e na SmartGPS:

  • Quem aumenta o servidor quando a base cresce?No servidor próprio, a sua equipe acompanha disco, memória e banco de dados e aumenta a máquina. Na SmartGPS, a mesma plataforma vai de 10 a 100 mil dispositivos sem trocar de sistema.
  • Quem atualiza o software?No servidor próprio, a sua equipe testa cada versão nova, aplica e corrige o que parar de funcionar. A plataforma da SmartGPS é atualizada toda semana.
  • Quem faz o rastreador novo funcionar?No servidor próprio, quando chega um modelo novo, a sua equipe confere se o software lê o protocolo dele e ajusta quando não lê. A SmartGPS recebe mais de 30 protocolos, entre eles GT06, JT808, Teltonika, Queclink, Concox, Jimi e o satelital Globalstar.
  • Quem faz os apps?No servidor próprio, a sua equipe desenvolve ou adapta os apps e cuida de cada atualização. Na SmartGPS, são quatro apps em PWA, o app web que roda no navegador do celular: Cliente, Motorista, Técnico e Passageiro.
  • Quem faz o backup?No servidor próprio, a sua equipe programa a cópia, guarda fora do servidor e testa se ela volta. Na SmartGPS, o backup é feito todo dia.
  • Quem vigia a plataforma e atende a queda?No servidor próprio, quem percebe e resolve é a sua equipe, a qualquer hora. Na SmartGPS, a plataforma é monitorada 24 horas e, se algo cair, o nosso time atua a qualquer hora.
  • Quanto histórico dá para guardar?No servidor próprio, o banco cresce todo dia, e a sua equipe decide quanto guardar e onde. Na SmartGPS, o histórico de trajetos não tem prazo de validade nem custo extra enquanto o contrato estiver ativo.
  • Quem tira as dúvidas da sua equipe?No servidor próprio, a própria equipe, com a documentação do software. Na SmartGPS, o suporte é em português, pelo WhatsApp e por e-mail, em horário comercial.
  • O que entra na conta?No servidor próprio, a licença do software de código aberto não é cobrada (módulos, apps e serviços podem ser), e a conta é o servidor, as horas da equipe que mantém e o plantão. Na plataforma pronta, a conta é o que a plataforma cobra, e servidor, atualização e monitoramento ficam com quem mantém o sistema.

Todas essas tarefas crescem junto com a base.

Quando vale a pena ter servidor próprio de rastreamento?

Servidor próprio de rastreamento vale a pena quando a empresa tem equipe de desenvolvimento só para ele e uma necessidade que nenhuma plataforma pronta atende. Sem essas duas coisas, o servidor vira mais um trabalho do dono, que já cuida da venda, da instalação e da base.

Faz sentido manter servidor próprio quando:

  • Há uma equipe só para o sistema, que desenvolve, atualiza e atende a queda como trabalho principal, e não nas horas vagas.
  • A operação tem uma regra que nenhuma plataforma atende, e essa regra paga o custo de desenvolver e manter código próprio.
  • A empresa quer o controle do código e do banco de dados e aceita responder sozinha por eles.

Faz mais sentido uma plataforma pronta quando:

  • O dono é o técnico e o plantão.Quando o servidor cai de madrugada, quem resolve é ele, sozinho.
  • A base está crescendo, e cada lote novo de clientes pede mais máquina e mais atenção.
  • Os clientes pedem o que o servidor não tem, como um app novo, outro relatório ou câmera com IA. Na SmartGPS, a videotelemetria com IA roda na mesma plataforma do rastreamento, e o alerta chega com o vídeo do evento. A câmera fica à vista, e o motorista precisa saber que o veículo tem câmera a bordo.
  • A equipe passa mais tempo mantendo o sistema do que atendendo a base.

O que acontece quando o servidor de rastreamento cai de madrugada?

Quando o servidor próprio de rastreamento cai de madrugada, quem percebe e resolve é a própria empresa, muitas vezes o dono, sozinho. Enquanto o servidor não volta, o cliente não vê o veículo no app e os alertas não saem.

Por isso, quem mantém servidor próprio precisa de três coisas: um aviso automático de queda (monitoramento), alguém de plantão para atender e um backup testado para voltar.

Na SmartGPS, a plataforma é monitorada 24 horas e, se algo cair, o nosso time atua a qualquer hora. O backup é feito todo dia. O atendimento e o suporte seguem em horário comercial: o que funciona a qualquer hora é a resposta à queda.

Dá para manter o meu sistema e usar a plataforma pronta pela API?

Dá para manter o sistema da sua empresa e usar uma plataforma de rastreamento pronta: os rastreadores enviam os dados para a plataforma, e o seu sistema conversa com ela pela API.

Na SmartGPS, a API REST é aberta e documentada, o alerta pode ir direto para o seu sistema por webhook e a atualização em tempo real chega por SSE. A documentação da API lista, entre outras, as rotas de posições, de histórico, de comandos e de alertas.

Usando a plataforma pronta pela API, a recepção dos protocolos, o servidor e a queda saem da sua equipe. O time de sistemas da sua empresa liga a plataforma ao que é só seu, como o ERP e o TMS, com a documentação em mãos.

Como sair do servidor próprio sem parar a base?

Para sair do servidor próprio sem parar a base, não é preciso trocar nem recolher o rastreador: um comando por SMS aponta o aparelho para o servidor da SmartGPS, e quem envia o comando é a SmartGPS. A virada é em lotes, no seu ritmo, com a plataforma atual no ar: enquanto um lote passa para a SmartGPS, o resto da base continua no seu servidor.

Migrar não é mudar o APN. O APN é a configuração de rede do chip, e a operadora do chip não entra nesse caminho. O contrato é sem fidelidade.

O que preparar antes do primeiro lote, como a senha dos aparelhos e a lista por modelo, está em como migrar de plataforma sem trocar o rastreador.

A virada em lotes, no seu ritmo

Lote 1Na SmartGPS
Lote 2Migrando
Lote 3Ainda na plataforma atual
Plataforma atual no ar durante toda a virada
Esquema ilustrativo

Quer comparar o seu servidor com a plataforma pronta?

Conte quantos rastreadores você opera ou espera operar e o que o seu servidor faz hoje que não pode deixar de fazer. A conversa é pelo WhatsApp, com a equipe da SmartGPS, em horário comercial, e nela dá para marcar uma demonstração de 30 minutos.

Conversar no WhatsApp · (19) 98985-2216

Perguntas frequentes

Vale a pena montar meu próprio servidor de rastreamento com software open source ou contratar uma plataforma pronta?

Vale montar servidor próprio quando a empresa tem equipe de desenvolvimento só para ele e uma necessidade que nenhuma plataforma pronta atende: a licença do software de código aberto não é cobrada (módulos, apps e serviços podem ser), mas a hospedagem, as atualizações, os protocolos novos, os apps, o backup e a queda de madrugada ficam com a sua equipe. Numa plataforma pronta, isso fica com quem mantém o sistema: a plataforma da SmartGPS é monitorada 24 horas, tem backup todo dia e é atualizada toda semana, e o suporte segue em horário comercial.

Como montar uma plataforma de rastreamento veicular para a minha empresa de rastreamento?

No servidor próprio, a sua empresa monta e mantém o servidor, o software que lê os protocolos dos rastreadores, o banco de dados, o painel e os apps; numa plataforma pronta, essas partes já existem, e os rastreadores enviam os dados para o servidor da plataforma. Na SmartGPS, a base que já roda em outro servidor passa sem trocar o rastreador: um comando por SMS, enviado pela SmartGPS, aponta o aparelho para o nosso servidor.

O que dá trabalho para manter uma plataforma de rastreamento própria rodando o tempo todo?

Depois da instalação, continua o trabalho de aumentar o servidor quando a base cresce, testar e aplicar as atualizações, fazer o rastreador novo funcionar, manter os apps, fazer e testar o backup, vigiar a plataforma e atender a queda a qualquer hora. Numa plataforma pronta, essas tarefas ficam com quem mantém o sistema; na SmartGPS, se algo cair, o nosso time atua a qualquer hora, e o suporte segue em horário comercial.

Meu servidor de rastreamento cai de madrugada e eu resolvo sozinho. Qual a alternativa?

A alternativa é uma plataforma pronta com monitoramento e um time para a queda: na SmartGPS, a plataforma é monitorada 24 horas e, se algo cair, o nosso time atua a qualquer hora, com atendimento e suporte em horário comercial. A troca não pede rastreador novo: um comando por SMS aponta o aparelho para o nosso servidor, em lotes, no seu ritmo, com o seu servidor no ar durante a virada.

Dá para manter meu sistema próprio e integrar com uma plataforma de rastreamento pronta por API?

Dá: na SmartGPS, os rastreadores enviam os dados para a plataforma, e o seu sistema conversa com ela pela API REST aberta e documentada, recebe os alertas por webhook e a atualização em tempo real por SSE. Quem liga os sistemas é o time da sua empresa, com a documentação da API.

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